Uma profusão de pensamentos alheios


11/02/2012


 

Uma invenção e tanto

 

Pouco se comenta das invenções brasileiras. Muitos não fazem ideia de quem sejam os grandes inventores que, por um motivo qualquer, ganham fama em outros ares. A história do brasileiro Santos Dumont é típica e até "batida". No início do século XX, Dumont projetou e voou em balões, na França. Mas ficou ainda mais conhecido por ser a primeira pessoa a decolar a bordo um avião a motor, na França. Não só isso, Dumont foi considerado responsável pela invenção do avião. Quem levou os créditos, no entanto, foram os irmãos americanos Wright. Orgulho para a nação vermelho-azul.

A introdução é só para lembrar que o Brasil nunca foi e ainda não é um país que seja promissor na área "tecno-científica". Como se sabe, poucas patentes têm a nacionalidade brasileira. É certo que esta realidade pode mudar a qualquer minuto e o governo até tenta muito, mas convenhamos: a cultura brasileira anda longe de prestigiar a educação e a tecnologia, o que muitos consideram conectar-se simultaneamente ao “mundo”. Uma ideia um tanto pobre, justamente, por faltar educação na mesa do povo.

Nem tudo são cactos: Ricardo Fittipaldi quer mudar esta sina. O jornalista e empresário produziu uma espécie de canudo com filtro que transforma líquido contaminado em água potável. Transformou, inclusive, sua própria urina em “água para beber”.

 

Veja a ilustração abaixo e entenda o processo de filtragem:

 


 

A invenção denominada H2life já deve ter se expandido por muitos lugares e pedaços do planeta Terra. O problema da água já pode ser previamente resolvido; pelo menos, temos a esperança de que com uma invenção primorosa como esta, o homem continue espalhando vida pela Terra, ao contrário do que ocorreu no século XX, ano de atuação e sofrimento para muitos, mesmo o condecorado Santos Dumont. 

 

Escrito por Paula Pires às 20h13
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